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BANCO DE FOMENTO INTERNACIONAL REÚNE-SE COM LIDERANÇAS DO SETOR PRODUTIVO BAIANO

Comércio
15 de maio de 2021

Em missão especial ao Brasil, CAF apresenta programa de valorização do cacau na Casa do Comércio.

As entidades do comércio, indústria e agricultura reuniram-se com executivos do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina, que visitaram a Bahia para apresentar-se  à iniciativa privada e promover o projeto “Iniciativa Latino-Americana do Cacau”. Realizado na Casa do Comércio, no dia 28 de setembro, o encontro contou com a presença de representantes da Fecomércio-BA, FIEB, FAEB, Sebrae, Sesc e Senac.

Fundado em 1970, o CAF funciona como uma agência de fomento, promove o desenvolvimento sustentável através de operações de crédito, atuando em 19 países. “O Brasil tem 11% de participação no nosso portfolio de crédito. Já trabalhamos nos setores de transporte, energia, desenvolvimento social e educação”, disse o executivo Luis Toro, do escritório do Uruguai. “Poderemos atender às pequenas empresas através de linhas de crédito dirigidas, em parcerias com os bancos locais”, destacou.

CACAU SUSTENTÁVEL – Há cinco anos o CAF desenvolve um projeto de valorização à cadeia produtiva do cacau ─motivo que colocou a Bahia na rota da missão. “Funcionamos como um catalisador de investimentos, ampliando o volume de recursos por meio de parcerias com fundos internacionais de fomento à sustentabilidade ambiental”, disse o executivo responsável pelo programa, Federico Vignati.  

O “financiamento verde”, de acordo com Vignati, é uma das prioridades do banco. Por conta disso a Iniciativa do Cacau, que envolve 10 países produtores latinos, tem prerrogativas ambientais. O crédito é destinado às empresas que têm práticas sustentáveis comprovadas, havendo a possibilidade de financiamento direto com redução de custos. O incentivo à manutenção da agricultura familiar, predominante no cacau, também é uma das justificativas do programa.

Para o presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade, é importante direcionar esse programa de crédito também aos pequenos e micro empresários,  entre agricultores, industriários e comerciantes envolvidos na cadeia produtiva e de comercialização do cacau e do seu principal produto, o chocolate.

O presidente da FIEB, Ricardo Alban, ressaltou a importância de convergir esforços de todos os que compõem essa cadeia – bancos, entidades do setor produtivo, produtores do fruto e fabricantes de chocolate. “Precisamos evoluir na construção de uma cadeia agroindustrial e comercial do cacau, fomentando também a criação de um sindicato dos chocolateiros baianos”, destacou.

De acordo com dados do CAF, o mercado mundial do cacau é dominado pela África. A América Latina tem somente 18% de participação global na produção de chocolate, mas é líder no segmento de chocolates finos.  O Brasil é o segundo maior produtor de cacau na AL, ficando atrás do Equador. 

Em missão especial ao Brasil, CAF apresenta programa de valorização do cacau na Casa do Comércio.

As entidades do comércio, indústria e agricultura reuniram-se com executivos do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina, que visitaram a Bahia para apresentar-se  à iniciativa privada e promover o projeto “Iniciativa Latino-Americana do Cacau”. Realizado na Casa do Comércio, no dia 28 de setembro, o encontro contou com a presença de representantes da Fecomércio-BA, FIEB, FAEB, Sebrae, Sesc e Senac.

Fundado em 1970, o CAF funciona como uma agência de fomento, promove o desenvolvimento sustentável através de operações de crédito, atuando em 19 países. “O Brasil tem 11% de participação no nosso portfolio de crédito. Já trabalhamos nos setores de transporte, energia, desenvolvimento social e educação”, disse o executivo Luis Toro, do escritório do Uruguai. “Poderemos atender às pequenas empresas através de linhas de crédito dirigidas, em parcerias com os bancos locais”, destacou.

CACAU SUSTENTÁVEL – Há cinco anos o CAF desenvolve um projeto de valorização à cadeia produtiva do cacau ─motivo que colocou a Bahia na rota da missão. “Funcionamos como um catalisador de investimentos, ampliando o volume de recursos por meio de parcerias com fundos internacionais de fomento à sustentabilidade ambiental”, disse o executivo responsável pelo programa, Federico Vignati.  

O “financiamento verde”, de acordo com Vignati, é uma das prioridades do banco. Por conta disso a Iniciativa do Cacau, que envolve 10 países produtores latinos, tem prerrogativas ambientais. O crédito é destinado às empresas que têm práticas sustentáveis comprovadas, havendo a possibilidade de financiamento direto com redução de custos. O incentivo à manutenção da agricultura familiar, predominante no cacau, também é uma das justificativas do programa.

Para o presidente da Fecomércio-BA, Carlos de Souza Andrade, é importante direcionar esse programa de crédito também aos pequenos e micro empresários,  entre agricultores, industriários e comerciantes envolvidos na cadeia produtiva e de comercialização do cacau e do seu principal produto, o chocolate.

O presidente da FIEB, Ricardo Alban, ressaltou a importância de convergir esforços de todos os que compõem essa cadeia – bancos, entidades do setor produtivo, produtores do fruto e fabricantes de chocolate. “Precisamos evoluir na construção de uma cadeia agroindustrial e comercial do cacau, fomentando também a criação de um sindicato dos chocolateiros baianos”, destacou.

De acordo com dados do CAF, o mercado mundial do cacau é dominado pela África. A América Latina tem somente 18% de participação global na produção de chocolate, mas é líder no segmento de chocolates finos.  O Brasil é o segundo maior produtor de cacau na AL, ficando atrás do Equador.